sexta-feira, 1 de maio de 2015

Jesse Mendes, mais uma presença de peso confirmada no Prime de Saquarema

                Jessé Mendes confirma presença
                  no Quiksilver Pro Saquarema


Saiba tudo sobre o garoto brasileiro que vem em busca de um resultado expressivo para a qualificação na elite mundial do surf.

O Quiksilver Pro Saquarema está chegando e reunirá pelo sétimo ano consecutivo 96 dos melhores surfistas do mundo entre os dias 5 e 10 de maio, nas lendárias e pesadas ondas de Itaúna, Saquarema (RJ), onde disputarão a etapa válida como QS 10000, US$ 250 mil em premiação e importantes 10.000 pontos no ranking de qualificação da WSL, que determina os integrantes da elite mundial do surf em 2016.

O paulista Jessé Mendes é um dos atletas do time brasileiro da Quiksilver que já confirmou presença no evento e vem em busca de importantes pontos na corrida por uma vaga na elite mundial do surf, competindo contra os estrangeiros com a vantagem da torcida na areia, em uma etapa de pontuação máxima no Brasil.

Confira a seguir uma entrevista com Jessé Mendes e saiba tudo sobre este garoto de 22 anos, que no ano passado chegou a integrar o grupo dos 10 classificados e passou muito perto da tão sonhada qualificação para o WCT. 
Nome: Jessé Mendes.
Data de nascimento: 09/01/1993.
Nacionalidade: Brasileiro.
Base: Goofy.
Home break: Praia do Tombo, Guarujá (SP).
Melhor lugar que já esteve: Tahiti.
Onda preferida: Teahupoo, porque é um tubo muito perfeito e para a esquerda.
Principal objetivo: Entrar para o WCT.
Pessoas que mais admira: Meus pais e Ayrton Senna.
Nunca sai de casa sem: Meu telefone.
Quando não está surfando, o que está fazendo: Normalmente estou com meus amigos.
Maior Inspiração: Buscar evoluir sempre como pessoa, como surfista e como competidor.
O que te deixa mais feliz: Surfar altas ondas com os amigos, não há nada melhor.
Livro favorito: A Bíblia.
Comida favorita: Sushi.
Passatempo favorito: Jogar videogame.
Maior obsessão: Me classificar para o WCT.
Conquistas que te deixam orgulhoso: Ter vencido uma etapa Prime em Açores e o WQS de Arica, no Chile.
Um lugar que gostaria de morar: Califórnia (EUA).
Um Herói: Ayrton Senna.
Algo mais valioso na vida: Minha família.
Melhor maneira de passar o tempo durante viagens longas: Dormindo.
Estilo de música preferido: Rock and Roll.
Bandas: Led Zeppelin, Jimi Hendrix e muitas outras.
Esportes que pratica além do surf: Skate e futebol, mas bem de boa pra não me machucar.
Manobra favorita: Tubo.
Pior Hábito: Às vezes tenho o hábito de não responder as pessoas e isto é bem ruim (risos). Às vezes eu estou escutando, mas não respondo, tenho este probleminha (risos).
Foto: Divulgação Quiksilver.
Quando você começou a surfar e competir?

Quando meu tio me deu uma prancha de isopor, eu tinha uns quatro anos de idade. Quando eu tinha uns 6 anos de idade, estava assistindo a um campeonato no Quebra-Mar de Santos (SP) e ao final da competição fizeram uma bateria para a molecadinha filha dos atletas participar e foi aí que corri minha primeira bateria.

Como é sua rotina de treinos?

Quando estou em casa tenho uma rotina mais certinha. Normalmente surfo de manhã e à tarde. No final de tarde eu treino o físico.

Que pranchas você usa?

Mayhem e Tokoro. No mundo inteiro uso de 5'11" a 6'1", mas em algumas trips como Tahiti, México e Hawaii acabo levando pranchas maiores que podem ir até 7'4". Também tenho uma gun 9'6".

Qual a importância das competições internacionais da WSL no Brasil, como esta de Saquarema?

Acho muito importante pelo suporte que temos por estar em casa e também são sempre uma chance a mais para tentar a classificação para o WCT. Quanto mais campeonatos, mais chances você tem. Em casa é melhor ainda.

A torcida na areia faz diferença em uma bateria quando você corre um campeonato no Brasil?

Dá uma motivação maior e vontade de fazer uma performance melhor.

Como você busca o equilíbrio entre o surf progressivo e o tradicional em uma competição?

O meu ponto forte com certeza é o surf mais tradicional, então sempre procuro fazer o que sei de melhor. Tento fazer uma linha boa e usar isso como vantagem. Não sou o melhor aerialista do mundo, mas também sei mandar uns aéreos, sei que se precisar posso ter essa carta na manga. Tem tanta gente mandando tanto aéreo bom que o nível desse tipo de manobra elevou bastante, então busco atacar mais pelo lado do surf power e clássico, mas se surgir uma oportunidade não deixo de tentar.

Em qual tipo de onda você mais gosta de competir?

Difícil falar. Se fosse possível escolher, queria que todas as etapas do mundo fossem para a esquerda (risos), mas já que não vai ser assim tenho que me dar bem de backside também. Gosto muito de Haleiwa (Hawaii), por exemplo, apesar de ser um lugar difícil de competir. É um tipo de onda que acho que me dou bem. Em Sunset eu também me dou bem. Gosto das ondas pesadas e com mais força, porque me dou melhor de backside.

Como você cuida das tuas redes sociais?

Tento produzir o máximo de conteúdo que consigo. Gosto muito do lado do free surf, de poder viajar e pegar ondas boas, algo que no WQS nem sempre acontece, pois nem sempre as melhores ondas quebram dentro do período de espera. Sempre que eu posso tento produzir vídeos, ou viajar e produzir alguma coisa, mas o tempo tem sido bem corrido com o calendário de competições. O Facebook e o Instagram sou eu que cuido diretamente. Tento responder todas as pessoas na medida do possível, o máximo que eu consigo, principalmente quando me mandam mensagens individuais. Mas tem horas que é difícil pela quantidade.

Você tem muitos fãs? Como você lida com eles?

O surf tem crescido bastante no Brasil ultimamente e tenho visto que tem bastante gente que me conhece e curte o esporte, vejo isso mais nos campeonatos, acho isso bem legal, principalmente quando a galera vem tirar foto e sabe quem você é.

Tem feito viagens de free surf?

Sim, sempre que tenho tempo eu faço. Recentemente estive no Tahiti e em Super Sucks, Indonésia.

Você curte a temporada havaiana?

Curto muito, porque vou ao Hawaii desde pequeno e é um dos lugares que mais gosto no mundo, pois reúne os tipos de onda que mais gosto, principalmente Pipeline. Gosto muito também de Sunset, Haleiwa e Rock Point quando está bom. Pipe é minha preferida.
Mais informações Quiksilver.com.br/blog/ Facebook.com/quiksilverbr

Sobre a Quiksilver - A Quiksilver desenvolve e distribui uma linha ampla de produtos que inclui roupas, calçados e acessórios voltados para homens, mulheres e crianças. O grupo também é reconhecido por oferecer produtos de qualidade voltados para praticantes de esportes com pranchas e para os adeptos da natureza, que buscam um estilo de vida proveniente de esportes ao ar livre como surf, skate, snowboarder, BMX, entre outros.

No mundo, as marcas Quiksilver, Roxy e DC Shoes estão presentes em diversos canais de distribuição, entre eles, surf e skateshops, lojas de departamentos esportivos, em mais de 900 lojas próprias e franquedas, além dos e-commerces. A empresa atua principalmente nos Estados Unidos, Canadá, Brasil, México, Europa, Oriente Médio, África, Reino Unido, Rússia, África do Sul, Austrália, Japão, Nova Zelândia, Coreia do Sul, Taiwan, China e Indonésia.

A Quiksilver foi fundada em 1969 e está sediada em Huntington Beach, Califórnia.

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